Sobre a sua pegada no mundo

As pessoas sempre falam sobre o que deixamos no mundo, sustentabilidade, reciclagem, um mundo melhor para nossos filhos…
Mas, na verdade, o que as pessoas fazem para um mundo melhor?
Qual o empenho, se não por você, mas por seus filhos/sobrinhos/irmãos, de ter mais saúde e causar menos danos no planeta?

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Observe bem, o quanto custa para tirar o SEU carro, com SÓ VOCÊ dentro, do lugar. 🙂

rePENSE.

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Papagaio!

Gente, andar de bicicleta logo de manhã é uma delícia, mas eu não consigo deixar de sorrir sempre que eu vejo essa pessoa com esse papagaio no ombro:

Não tem como não achar lindo!

Por que existe uma relação entre ele e o pássaro, e existe uma liberdade e uma cumplicidade e é puro amor! ❤

Eu sempre vejo ele na ciclovia e fico mais feliz, fico sim!

A vida pode ser mais bonita!

Número de ciclistas em São Paulo cresce 50% em 1 ano

Fonte

O número de paulistanos usando bicicletas como meio de transporte cresceu 50% em 2014. Pesquisa divulgada ontem pelo Ibope mostra que em um ano a capital paulista ganhou 86,1 mil ciclistas frequentes – o período coincide, em parte, com a ampliação da malha cicloviária da cidade. Se no ano passado o mesmo levantamento apontava que 174,1 mil pessoas usavam bicicletas todos os dias como meio de transporte, atualmente o patamar alcançou 261 mil paulistanos.

Outro dado revelado pelo estudo é que quase nove em cada dez habitantes da metrópole se dizem favoráveis às ciclovias: 88% apoiam as faixas segregadas, mais do que os 86% verificados no ano passado. Em 2013, havia nas vias do município apenas 63 km de canaletas exclusivas para bicicletas, quantidade inferior à de outras metrópoles, como Rio, Bogotá, Nova York e Berlim. Desde junho passado, quando a gestão Fernando Haddad (PT) passou a priorizar também a segurança dos ciclistas, foram inaugurados 70,6 km de ciclovias, mais do que dobrando os percursos só para bicicletas, que hoje somam 133,6 km – neste fim de semana, mais quilômetros devem ser entregues.

Proporcionalmente, porém, os ciclistas ativos ainda são poucos: representam 3% dos entrevistados pelo instituto de pesquisa entre 29 de agosto e 3 de setembro, sob encomenda da Rede Nossa São Paulo. O Ibope ouviu 700 pessoas. Do total, 71% declararam “nunca” usar a bicicleta como alternativa ao automóvel.

Outros 23% afirmaram que sobem nas bicicletas “de vez em quando” e 3% “quase todos os dias”. A pesquisa foi encomendada pela Rede Nossa São Paulo. O coordenador executivo da entidade, Mauricio Broinizi Pereira, afirma que a tendência é de aumento dos usuários de bikes em São Paulo. “Em todos os lugares do mundo onde foram implementadas redes de ciclovia, sua presença induziu o maior uso de bicicleta.”

Para ele, é “fundamental” que as bicicletas se tornem mais integradas a terminais de ônibus, trem e metrô, especialmente na periferia, para estimular mais gente a usá-las como meio de transporte. “Muita gente quer mais segurança para poder usar a bicicleta, mas ainda existe um momento de transição em que há polêmica, mais ou menos como aconteceu com as faixas de ônibus, hoje aprovadas pela maioria das pessoas.”

Comemoração
O cicloativista Willian Cruz, do site Vá de Bike, comemora o fato de que, pela primeira vez, haja um dado concreto do número de ciclistas frequentes em São Paulo. Ele citou a última Pesquisa Origem/Destino do Metrô, de 2012, que contabilizava 333 mil viagens diárias em bicicletas, mas não a quantidade de pessoas.

Para ele, os 261 mil ciclistas diários de São Paulo são um número “bastante relevante”. “Mostra que existe muita gente andando de bicicleta, embora ainda haja quem não acredite nisso. E são ciclistas de todos os níveis sociais, fazendo todo o tamanho de trajeto, para vários fins. A bicicleta é bem versátil.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Essa matéria é referente à ideia de ir de bike ao trabalho!
Não conhece a campanha?
Veja aqui!

Sobre Frio e Chuva

Uma amiga postou esses dias, perguntando como ela deveria se vestir para andar de bicicleta no frio, uma vez que você pedalando esquenta muito…

Bem, EU, Sah Veiga, gosto de proteger o pescoço, por que o ar fica frio e aí a garganta, no final é a que mais sofre.
Ou seja, eu ando de shorts, regata e cachecol! Rs

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Comprei um acessório da Quechua (eu AMO essa marca), que é versátil e serve bem para isso.


E ontem, de bônus, ainda choveu, e eu que estava querendo falar apenas de roupa de frio, aproveitei para mostrar a roupinha de chuva! Hihihi
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Eu comprei esse kit de chuva (Quechua), que é leve e protege MUITO bem!
Além de proteger o corpo, os bolsos dele são ótimos (e dá para continuar ouvindo música, mesmo na chuva).
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Super recomendo!

Para os pés, ainda não comprei nada, e ontem, como a chuva me pegou no caminho, fiquei com os tênis molhados, mas eu estou namorando comprar essa ‘polaina’:

Quando eu comprar, eu aviso como foi a experiência! 😀

De tudo que escrevi, o mais importante é você estar protegido e confortável na bike, pois é a sua saúde e sua vida!
Como você anda no frio?

LED – A tecnologia que ajuda os bikers!

Bom dia!

Eu ando meio corrida e sem tempo para postar, o que é uma pena, por que eu tenho buscado muiiiito conteúdo, mas prometo que vou me organizar.

Faz um tempo que eu bato na tecla da segurança com a bicicleta, e o nosso maior problema é ser visto, não é?

O LED veio nos ajudar e muito com esse item, pois ele consome menos bateria e a sua luz é muito mais penetrante. Além disso, os chineses não param de inventar coisas bonitinhas para nos interessarmos ainda mais por essas coisas…

Desde que eu descobri esses de pneu, eu fiquei encantada! Mas confesso, tenho um pouco de receio de usar esses que chamam muita atenção, pois além de o carro te ver, o pessoal que quer uma bicicleta, mas não quer comprar, também vê, né?

Mas, olha que fofos *-*


Para quem quiser comprar, eu achei aqui.

Além de muitas corem em seu pneu (que na verdade é mais supérfulo, mas é lindo!), tem também os equipamentos de segurança diferentes, como esse, que marca o espaço à sua volta:

Tem também para o Capacete:

E por último, mas não menos importante, tem também a iluminação padrão da bicicleta, na frente e atrás:

E por que eu estou falando sobre isso e colocando link para compra?
Por que é muito caro comprar por aqui… Muito caro mesmo, então esperar 60 dias não é um problema! rs

Mas, o mais importante de tudo, é sermos VISTOS, por que para o carro é um arranhão na lataria, para nós, pode ser uma vida!

Boa pedalada!

Minha história com a bicicleta em São Paulo

Eu comecei a andar de bicicleta para ir ao trabalho como uma solução, quando em 2006 trabalhava como recepcionista em uma agência de publicidade, no Brooklin. Quando iniciei na faculdade de marketing, fiz estágio na empresa Avaya, que fica no Parque Santo Antônio – sabe como é, né? Estágio, remuneração curta e a bike continuou sendo a minha melhor opção.

Eu nunca fui uma pessoa pontual, por isso a bike também me ajudava muito, pois não pegava trânsito.

Mas, não pegar trânsito em São Paulo tem um preço e ele é alto! As pessoas que andam de carro não sabem se portar próximos à bike e acima de tudo, acham ruim dividir o espaço deles com você.

Em 2009 fui atropelada, quebrei a mão, ganhei muitos hematomas e não quis mais andar de bicicleta – deixei meu meio de transporte de lado.

Recentemente meu marido começou a usar a minha antiga magrela e observei que a postura das pessoas em geral mudou muito, as bicicletas passaram a fazer parte da vida da cidade depois da implementação de ciclovias. O fato das bicicletas estarem nas rodas de conversa e reclames do bar, fez com que elas passassem a serem mais respeitadas, por mais que a maioria dos motoristas ainda acreditem que a bicicleta não é o meio mais eficiente, e que devemos pensar apenas em carros (rs).

Bem, eu larguei meu ‘conforto’ de 15 minutos de carro até o trabalho por 40 minutos de bicicleta, são 10Km para ir, e os mesmos 10Km para voltar. Com certeza é muito menos que muitas pessoas por aí, mas eu já me sinto orgulhosa em ser um carro a menos, uma pessoa mais saudável e um exemplo, pois desde que eu comecei a vir trabalhar de bicicleta mais pessoas tem se conscientizado da importância da bicicleta e de sim, é um meio de transporte, não apenas o lazer no final de semana.

Minha rota?

Bem, não sou das mais certinhas, infelizmente, ainda pego algumas ruas na contramão, para evitar o trânsito, dentro do Brooklin, depois vou para a Faria Lima, que tem ciclovia em boa parte e desço a Eusébio Matoso e atravesso a ponte, que aliás, lindamente estão finalizando aquela ciclofaixa que eu postei aqui.

Não vejo a hora da ciclovia da Berrini ficar pronta e incluírem a Faria Lima com ciclovia em toda sua extensão, além de claro, a importância de ter uma faixa que cruze por cima da ponte do Rio Pinheiros, para que tenhamos mais segurança, por que dividir a faixa com quem não tem educação, é muito difícil!

Ainda estamos em passos de bebê nas ciclovias/ciclofaixas da cidade e na mentalidade das pessoas, mas a longo prazo, ainda irão agradecer o alívio e saúde que os bikers estão trazendo! 🙂