Ciclista levanta carro no braço e o tira do meio da ciclovia

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Certo dia um carro estacionou no meio de uma ciclovia, na cidade de São Paulo. O ciclista que passeava tranquilamente por ali se deparou com o absurdo e, prontamente, desceu de sua bike para tirar o carro do lugar. Isso mesmo! O herói de nossa história levantou o Fiat Uno e retirou o automóvel da pista para ciclistas.

Depois do serviço finalizado, o rapaz montou novamente na bicicleta e continuou seu trajeto, sob os aplausos dos pedestres que passavam pelo local. No YouTube, o vídeo já tem mais de 800 mil visualizações. Confira abaixo como foi o momento:

Inauguração da Ciclovia na Paulista

Foto: Divulgação
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Domingo conseguimos uma grande vitória, um sonho de muitos, que perderam o equilíbrio, partes do corpo e a vida em uma das avenidas mais movimentadas da cidade de São Paulo.

Foto: Divulgação
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Infelizmente não pude comparecer pessoalmente no domingo, mas meu coração estava lá, forte e pulsante por essa conquista que é de todos nós! Todos aqueles que sentem falta de um espaço de convívio, de um lugar para dar um passeio, e também de um caminho para ir ao trabalho de forma saudável!

Foto: Divulgação
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As fotos mostram que não somos poucos, como tentam argumentar, somos muitos e ainda imagino que tantos, como eu, que não puderam estar na inauguração, mas ainda irão utilizar e muito a ciclovia.

Ela é benéfica pois além do trânsito, você tem mudanças também na quantidade de pessoas nos metrôs e ônibus, além da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Para você, que por acaso tem empresa e está passando por aqui, veja como dar suporte para seus funcionários, para que eles utilizem meios de transporte alternativos.

Lembre-se que quem vai ao trabalho de bicicleta é mais feliz!

Por isso, não se esqueça, se até o prefeito vai de bike, você também pode!

Foto: Divulgação
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E claro, use a sua melhor roupa e comemore!

Foto: Divulgação
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Bora pedalar? 🙂 ❤

18 razões para apoiar a implantação de ciclovias

Eu vi esse material no Vá de Bike!

respeite, um carro a menos!
respeite, um carro a menos!

Na decisão de apoiar ou se opor à construção de ciclovias, deve-se pesar os pontos abaixo:
1. Construir ciclovias e reduzir limites de velocidade significa preservar vidas, pois a bicicleta é frágil frente ao tamanho e velocidade dos demais veículos nas ruas. Queremos uma cidade onde idosos e crianças possam ocupar as ruas sem medo.

2. Ciclovias promovem ocupação do espaço público, tornando-o espaço de convivência e não apenas de passagem. Espaços ociosos, pouco frequentados e abandonados pelo poder público e pelos cidadãos têm maior índice de criminalidade. Por isso, investir na bicicleta aumenta a segurança pública.

3. Ciclovias são boas para o comércio, pois ciclistas são clientes potenciais que passam em baixa velocidade e não exigem grandes áreas de estacionamento, podendo facilmente parar em frente a uma vitrine, entrar numa loja, conhecer um serviço. Comerciantes da região do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro – que têm suas lojas dentro da área onde houve restrição da circulação de automóveis desde 2013 – tiveram aumento nas vendas com mais pessoas circulando a pé, em velocidade similar à de uma bicicleta a passeio. No entorno da Ciclofaixa de Lazer, onde 100 mil pessoas circulam a cada domingo, comerciantes mais conectados com as tendências de mercado souberam aproveitar o fluxo de clientes potenciais e estão lucrando com isso. Em Nova York, depois que a Times Square teve a circulação de carros restringida, registrou-se um aumento de 50% no valor dos imóveis e na receita do comércio.

4. Há demanda pelo uso da bicicleta em São Paulo. Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana, realizada pelo Metrô em 2012, registrou 333 mil viagens diárias em bicicleta durante os dias úteis, mesmo com a infraestrutura ainda reduzida, deficiente e desconectada. Vale ressaltar que esse número já representava, dois anos atrás, mais do que o dobro das viagens de táxi, contabilizadas em 158 mil/dia.

5. Grande parcela da população só adotará a bicicleta em seus deslocamentos a partir da proteção oferecida por áreas segregadas. Na pesquisa sobre Mobilidade Urbana realizada pela Rede Nossa São Paulo e Instituto Ibope, em 2012, entre as pessoas que afirmaram não utilizar nunca a bicicleta, 63% afirmaram que passariam a usar havendo melhores condições. Dentre essas pessoas, 27% traduziram essa falta de segurança expressamente em necessidade de ciclovias.

6. A mesma pesquisa apontou que uma em cada quatro pessoas entrevistadas usava a bicicleta “de vez em quando”. Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse número saltava para 47%. A quantidade de pessoas que utilizava a bicicleta “todos os dias” ou “quase todos os dias” também é bem maior do que se imagina: 7%. Somados, os ciclistas habituais e eventuais representavam, em 2012, 32% da amostra, praticamente um terço da população entrevistada e o dobro da parcela de pessoas que usava frequente ou eventualmente a moto (16%).

7. O uso da bicicleta é benéfico à saúde dos cidadãos, pois o simples fato de usar a bicicleta como transporte os afasta do sedentarismo e de todos os problemas de saúde deles decorrentes. A atividade física regular previne doenças cardíacas e AVCs, hipertensão, ajuda a controlar o diabetes, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a incidência de doenças crônicas, faz bem para a saúde do idoso e aumenta a expectativa de vida.

8. O uso da bicicleta melhora a qualidade de vida de quem a utiliza, não só pelo ganho em saúde mas também pela diminuição do stress, melhorando os relacionamentos interpessoais e humanizando o trânsito e a cidade.

9. As ciclovias proporcionam uma retomada do uso das ruas pelas crianças, sendo uma opção de lazer que resgata uma faceta da infância há muito esquecida nas regiões mais urbanizadas da cidade. Já temos crianças utilizando as ciclovias junto a seus pais e, conforme sua aceitação, abrangência e conectividade aumentarem, esse fenômeno tende a crescer, com o potencial de permitir que pedalem sozinhas até a escola.

10. Quem opta pela bicicleta economiza tempo, sobretudo nos horários de pico, quando a velocidade média dos automóveis chega a meros 6,9 km/h em alguns casos – a mesma de alguém caminhando com pressa. Os Desafios Intermodais realizados desde 2006 na cidade comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nesses horários – em um deles, chegou antes até mesmo do helicóptero, que necessita aguardar autorização para decolagem e tráfego.

11. A bicicleta traz economia para o cidadão, pois os custos com compra, utilização e manutenção são muito menores que o do automóvel, representando redução de gastos até para quem a utiliza em substituição ao transporte público. Além de ser um fator importante para as camadas sociais mais baixas, o valor economizado pode ter destino em consumo, aquecendo comércio e serviços.

12. O uso da bicicleta é benéfico à cidade, por ser um meio de transporte não poluente. Conforme pesquisa do Instituto Saúde e Sustentabilidade, nos próximos 16 anos a poluição atmosférica matará 256 mil pessoas no Estado (quase 44 pessoas por dia) e a concentração de partículas poluentes no ar levará a internação de 1 milhão de pessoas e um gasto público estimado em mais de R$ 1,5 bilhão, com pelo menos 25% das mortes (59 mil) ocorrendo na capital. Construir ciclovias, portanto, preserva vidas também de forma indireta e diminui o gasto público com o sistema de saúde e o da população com medicamentos para tratar doenças causadas pela poluição.

13. A bicicleta é um veículo silencioso e sua adoção em maior escala trará uma diminuição da poluição sonora da cidade;

14. A construção de vias para bicicletas têm um custo muito menor que a de vias para veículos motorizados. Quanto mais cidadãos as adotarem, menor será o gasto com criação e manutenção do viário a longo prazo, economizando o dinheiro da cidade.

15. O incentivo e a garantia de uso seguro da bicicleta democratizam o deslocamento. Todos os cidadãos são importantes para uma cidade, não apenas os que se deslocam em automóveis e essa mensagem é passada claramente com a construção de ciclovias;

16. Ciclovias atuam no sentido de reduzir os congestionamentos e a lotação dos transportes públicos, ao passo que cada vez mais pessoas troquem suas opções de deslocamento pelas bicicletas, ainda que eventualmente;

17. O novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE), que tem força de Lei Municipal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade no sistema viário para o transporte coletivo e modos não motorizados”. Isso significa que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. Portanto, a construção de ciclovias cumpre uma das diretrizes dessa Lei. O PDE também determina que a cidade deve “desestimular o uso do transporte individual motorizado”, “adaptar as condições da circulação de transportes motorizados a fim de garantir a segurança e incentivar o uso de modais não motorizados”, “garantir o deslocamento seguro e confortável de ciclistas em todas as vias” e “implantar redes cicloviárias”, entre outros apontamentos.

18. Da mesma maneira que o PDE, a Política Nacional de Mobilidade Urbana, que tem força de Lei Federal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados”, determinando que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. A construção de ciclovias cumpre, também, uma das diretrizes dessa Lei, que determina ainda a “dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e modos de transporte não motorizados”, entre outras citações.

Discussão sobre segurança dos ciclistas

A segurança dos ciclistas não é discussão apenas no Brasil… Em Londres também existem problemas e discussões.
O Jornal Metro (em inglês) fez essa matéria, muito interessante! E eu fiz uma tradução livre para você!

As Leis de Trânsito Holandesas estão obrigando os motoristas a jogar de forma segura. Não seria a hora de também adotarmos a responsabilidade para proteger os ciclistas na Grã-Bretanha?

Algumas pessoas simplesmente não entendem o ciclismo. Tem a falsa ideia de que é um meio perigoso de transporte, independentemente dos fatos.

Os vídeos de ‘terror de virar o estômago’, como esse exemplo recente, fazem muito pouco para convencer a todos que ter duas rodas é tudo de bom!

Mas compare isso com um vídeo de uma cidade banhada em ‘Cycling bliss’ (ciclismo feliz), e as vantagens e benefícios de uma população ciclista são gritantemente óbvios.

Andar de bicicleta em cidades britânicas deveria ser incentivado, aplaudido e disponível para todos. Em vez disso, a primeira questão de qualquer não-ciclista é sempre: “Mas, não é perigoso?”

Bem, a resposta é não. O número de ciclistas em Londres dobrou em dez anos até 2012, e eles ainda estão subindo. Enquanto isso, o número de mortes anuais tem realmente caído.

É mais provável você ser ferido jogando tênis do que andando de bicicleta. Mesmo uma hora de jardinagem é estatisticamente mais arriscado do que uma hora de bicicleta.

No entanto, isso não quer dizer que os acidentes terríveis não acontecem, e ciclismo pode – e deve – ser mais seguro ainda.

A Holanda está um passo à frente – terra de horários flexíveis, tulipas e ciclismo. Ela classifica consistentemente no topo dos índices de felicidade globais, e as suas cidades se vangloriam da infraestrutura modelo para bicicletas.

Está é uma das razões pela qual em algumas partes da Holanda, 50% de todas as viagens são feitas de bicicleta. Em Londres, este número está crescendo, com um surpreendente 24% dos deslocamentos da hora do rush atualmente feitos de bicicleta. Nacionalmente o número é de pouco mais de 2%.

Mas, além da infraestrutura fantástica, os holandeses têm mais meios e mais sutis de garantir a segurança dos ciclistas; a lei de ‘responsabilidade objetiva’, que protege os transeuntes vulneráveis daqueles em veículos mais potentes.

Nos termos da lei, a responsabilidade por falhas ou acidentes encontra-se automaticamente com o mais poderoso dos transeuntes da estrada, a menos que possa ser provado sem nenhuma dúvida que o mais vulnerável é o culpado pelo acidente.

Como resultado, os motoristas holandeses tomam mais cuidado em torno de ciclistas e pedestres, tornando as estradas um lugar muito mais seguro para todos.

Na Grã-Bretanha, os motoristas raramente são condenados por acidentes envolvendo ciclistas.

Em 2013, seis ciclistas foram mortos nas estradas de Londres em apenas duas semanas, e não foi feita uma única prisão. Isso não envia a mensagem de que os ciclistas na Grã-Bretanha são protegidos e valorizados.

Não é hora de o Reino Unido aprovar as leis necessárias para proteger os ciclistas?

E aí eu pergunto, será que no Brasil também não deveríamos tirar essa discussão das rodas de esquerda e direita e trabalharmos como uma solução para o trânsito e epidemia de obesidade?
#repense

Ubatuba + Bike

O querido Robson me mandou essa foto:

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Muito TOP!

Todos que incentivam a bike tem meu apoio! E agora, estou curiosa para conhecer o aquário! 🙂

Mais informaçõeS:
http://aquariodeubatuba.com.br/

Estudo aponta que pessoas que vão de bicicleta ao trabalho são mais felizes

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Pesquisadores americanos investigaram o humor de mais de 13 mil pessoas

Além de fazer parte do grupo mais saudável de trabalhadores, aqueles que vão de bicicleta para o trabalho também estão entre os mais felizes, de acordo com nova pesquisa.

Talvez porque os ciclistas não precisam lidar com o fato de serem empurrados contra estranhos dentro do metrô ou do ônibus lotado. Ou porque precisam aprender a lidar com o estresse do trânsito. Talvez porque chegam ao trabalho depois de terem se exercitado e estejam prontos para começar o dia.

Por essas e outras razões, aqueles que vão para o trabalho de bicicleta foram avaliados como os mais felizes durante as horas de deslocamento, quando comparados aos que dirigem ou dependem de transporte público.

Pesquisadores da Clemson University, Carolina do Sul, avaliaram dados da American Time Use Survey, que pesquisou mais de 13 mil pessoas a respeito de seu humor ao realizar diversos tipos de atividades, incluindo transporte.

— Os ciclistas costumam ser mais jovens e fisicamente saudáveis, traços que caracterizam pessoas mais felizes — afirmou o líder do estudo Eric Morris.

Depois dos ciclistas, o segundo grupo mais feliz é o dos que pegam carona e, em seguida, o dos que dirigem. O tipo mais estressado? Aqueles que andam de ônibus ou trem.

As descobertas, publicadas no periódico Transportation, podem ser usadas para melhorias no sistema de transporte público e para sugerir ênfase ainda maior nos programas de empréstimo de bicicletas, que já funcionam em mais de 600 cidades do mundo.

Um estudo criado em parceria entre pesquisadores de Londres e Cambridge descobriu que o empréstimo de bicicletas teve um impacto saudável e positivo na população, particularmente entre homens e usuários mais velhos.

Ir ao trabalho a pé, de bicicleta ou com transporte público ajuda a emagrecer

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Pesquisa mostrou que meios de locomoção sustentáveis fazem bem também para a saúde


Uma pesquisa publicada no Journal of Epidemiology & Community Health mostra que optar por meios de locomoção mais sustentáveis pode trazer benefícios não somente para o meio ambiente, mas também para a saúde. O estudo afirma que ir à pé, de bicicleta ou utilizar o transporte público para o trabalho pode ajudar na perda de peso.

Pesquisadores se basearam em um estudo desenvolvido pela Universidade de Essex, na Inglaterra. Cerca de 4 mil pessoas detalharam seus hábitos de vida e responderam quais as formas utilizadas para se deslocar até o trabalho. Uma série de análises foram feitas com o objetivo de encontrar um vínculo entre saúde e meios de transporte.

A primeira etapa da pesquisa, realizada durante os anos de 2004 e 2005, foi feita com 3.269 participantes e destes, 179 pararam de usar o carro para ir ao trabalho. Dentro do grupo que mudou os hábitos de locomoção, 109 passaram a ir a pé ou de bicicleta e 70 a utilizar o transporte público.

Após a experiência, observou-se que as pessoas que optaram pela bicicleta ou por ir a pé eram mais jovens, com renda familiar mais baixa e percorriam um caminho mais curto até o trabalho. Os que utilizaram o transporte público apresentavam uma escolaridade maior. Além disso, os novos hábitos na rotina foram responsáveis pela redução de pelo menos um quilo dentro do período de dois anos. Percursos de mais de trinta minutos apresentaram melhores resultados, podendo chegar a sete quilos a menos.

A outra fase de análises ouviu, durante os anos de 2006 e 2007, 787 pessoas que tiveram atitudes inversas, trocando os meios de locomoção mais sustentáveis pelo carro. Entre as pessoas analisadas, 268 deixaram de lado a bicicleta ou pararam de ir à pé e 112 abandonaram o transporte coletivo. O fato de adotar um carro esteve associado com um aumento de, em média, um quilo por pessoa também em um período de dois anos.