Inauguração da Ciclovia na Paulista

Foto: Divulgação
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Domingo conseguimos uma grande vitória, um sonho de muitos, que perderam o equilíbrio, partes do corpo e a vida em uma das avenidas mais movimentadas da cidade de São Paulo.

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Infelizmente não pude comparecer pessoalmente no domingo, mas meu coração estava lá, forte e pulsante por essa conquista que é de todos nós! Todos aqueles que sentem falta de um espaço de convívio, de um lugar para dar um passeio, e também de um caminho para ir ao trabalho de forma saudável!

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As fotos mostram que não somos poucos, como tentam argumentar, somos muitos e ainda imagino que tantos, como eu, que não puderam estar na inauguração, mas ainda irão utilizar e muito a ciclovia.

Ela é benéfica pois além do trânsito, você tem mudanças também na quantidade de pessoas nos metrôs e ônibus, além da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Para você, que por acaso tem empresa e está passando por aqui, veja como dar suporte para seus funcionários, para que eles utilizem meios de transporte alternativos.

Lembre-se que quem vai ao trabalho de bicicleta é mais feliz!

Por isso, não se esqueça, se até o prefeito vai de bike, você também pode!

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E claro, use a sua melhor roupa e comemore!

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Bora pedalar? 🙂 ❤

18 razões para apoiar a implantação de ciclovias

Eu vi esse material no Vá de Bike!

respeite, um carro a menos!
respeite, um carro a menos!

Na decisão de apoiar ou se opor à construção de ciclovias, deve-se pesar os pontos abaixo:
1. Construir ciclovias e reduzir limites de velocidade significa preservar vidas, pois a bicicleta é frágil frente ao tamanho e velocidade dos demais veículos nas ruas. Queremos uma cidade onde idosos e crianças possam ocupar as ruas sem medo.

2. Ciclovias promovem ocupação do espaço público, tornando-o espaço de convivência e não apenas de passagem. Espaços ociosos, pouco frequentados e abandonados pelo poder público e pelos cidadãos têm maior índice de criminalidade. Por isso, investir na bicicleta aumenta a segurança pública.

3. Ciclovias são boas para o comércio, pois ciclistas são clientes potenciais que passam em baixa velocidade e não exigem grandes áreas de estacionamento, podendo facilmente parar em frente a uma vitrine, entrar numa loja, conhecer um serviço. Comerciantes da região do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro – que têm suas lojas dentro da área onde houve restrição da circulação de automóveis desde 2013 – tiveram aumento nas vendas com mais pessoas circulando a pé, em velocidade similar à de uma bicicleta a passeio. No entorno da Ciclofaixa de Lazer, onde 100 mil pessoas circulam a cada domingo, comerciantes mais conectados com as tendências de mercado souberam aproveitar o fluxo de clientes potenciais e estão lucrando com isso. Em Nova York, depois que a Times Square teve a circulação de carros restringida, registrou-se um aumento de 50% no valor dos imóveis e na receita do comércio.

4. Há demanda pelo uso da bicicleta em São Paulo. Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana, realizada pelo Metrô em 2012, registrou 333 mil viagens diárias em bicicleta durante os dias úteis, mesmo com a infraestrutura ainda reduzida, deficiente e desconectada. Vale ressaltar que esse número já representava, dois anos atrás, mais do que o dobro das viagens de táxi, contabilizadas em 158 mil/dia.

5. Grande parcela da população só adotará a bicicleta em seus deslocamentos a partir da proteção oferecida por áreas segregadas. Na pesquisa sobre Mobilidade Urbana realizada pela Rede Nossa São Paulo e Instituto Ibope, em 2012, entre as pessoas que afirmaram não utilizar nunca a bicicleta, 63% afirmaram que passariam a usar havendo melhores condições. Dentre essas pessoas, 27% traduziram essa falta de segurança expressamente em necessidade de ciclovias.

6. A mesma pesquisa apontou que uma em cada quatro pessoas entrevistadas usava a bicicleta “de vez em quando”. Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse número saltava para 47%. A quantidade de pessoas que utilizava a bicicleta “todos os dias” ou “quase todos os dias” também é bem maior do que se imagina: 7%. Somados, os ciclistas habituais e eventuais representavam, em 2012, 32% da amostra, praticamente um terço da população entrevistada e o dobro da parcela de pessoas que usava frequente ou eventualmente a moto (16%).

7. O uso da bicicleta é benéfico à saúde dos cidadãos, pois o simples fato de usar a bicicleta como transporte os afasta do sedentarismo e de todos os problemas de saúde deles decorrentes. A atividade física regular previne doenças cardíacas e AVCs, hipertensão, ajuda a controlar o diabetes, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a incidência de doenças crônicas, faz bem para a saúde do idoso e aumenta a expectativa de vida.

8. O uso da bicicleta melhora a qualidade de vida de quem a utiliza, não só pelo ganho em saúde mas também pela diminuição do stress, melhorando os relacionamentos interpessoais e humanizando o trânsito e a cidade.

9. As ciclovias proporcionam uma retomada do uso das ruas pelas crianças, sendo uma opção de lazer que resgata uma faceta da infância há muito esquecida nas regiões mais urbanizadas da cidade. Já temos crianças utilizando as ciclovias junto a seus pais e, conforme sua aceitação, abrangência e conectividade aumentarem, esse fenômeno tende a crescer, com o potencial de permitir que pedalem sozinhas até a escola.

10. Quem opta pela bicicleta economiza tempo, sobretudo nos horários de pico, quando a velocidade média dos automóveis chega a meros 6,9 km/h em alguns casos – a mesma de alguém caminhando com pressa. Os Desafios Intermodais realizados desde 2006 na cidade comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nesses horários – em um deles, chegou antes até mesmo do helicóptero, que necessita aguardar autorização para decolagem e tráfego.

11. A bicicleta traz economia para o cidadão, pois os custos com compra, utilização e manutenção são muito menores que o do automóvel, representando redução de gastos até para quem a utiliza em substituição ao transporte público. Além de ser um fator importante para as camadas sociais mais baixas, o valor economizado pode ter destino em consumo, aquecendo comércio e serviços.

12. O uso da bicicleta é benéfico à cidade, por ser um meio de transporte não poluente. Conforme pesquisa do Instituto Saúde e Sustentabilidade, nos próximos 16 anos a poluição atmosférica matará 256 mil pessoas no Estado (quase 44 pessoas por dia) e a concentração de partículas poluentes no ar levará a internação de 1 milhão de pessoas e um gasto público estimado em mais de R$ 1,5 bilhão, com pelo menos 25% das mortes (59 mil) ocorrendo na capital. Construir ciclovias, portanto, preserva vidas também de forma indireta e diminui o gasto público com o sistema de saúde e o da população com medicamentos para tratar doenças causadas pela poluição.

13. A bicicleta é um veículo silencioso e sua adoção em maior escala trará uma diminuição da poluição sonora da cidade;

14. A construção de vias para bicicletas têm um custo muito menor que a de vias para veículos motorizados. Quanto mais cidadãos as adotarem, menor será o gasto com criação e manutenção do viário a longo prazo, economizando o dinheiro da cidade.

15. O incentivo e a garantia de uso seguro da bicicleta democratizam o deslocamento. Todos os cidadãos são importantes para uma cidade, não apenas os que se deslocam em automóveis e essa mensagem é passada claramente com a construção de ciclovias;

16. Ciclovias atuam no sentido de reduzir os congestionamentos e a lotação dos transportes públicos, ao passo que cada vez mais pessoas troquem suas opções de deslocamento pelas bicicletas, ainda que eventualmente;

17. O novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE), que tem força de Lei Municipal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade no sistema viário para o transporte coletivo e modos não motorizados”. Isso significa que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. Portanto, a construção de ciclovias cumpre uma das diretrizes dessa Lei. O PDE também determina que a cidade deve “desestimular o uso do transporte individual motorizado”, “adaptar as condições da circulação de transportes motorizados a fim de garantir a segurança e incentivar o uso de modais não motorizados”, “garantir o deslocamento seguro e confortável de ciclistas em todas as vias” e “implantar redes cicloviárias”, entre outros apontamentos.

18. Da mesma maneira que o PDE, a Política Nacional de Mobilidade Urbana, que tem força de Lei Federal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados”, determinando que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. A construção de ciclovias cumpre, também, uma das diretrizes dessa Lei, que determina ainda a “dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e modos de transporte não motorizados”, entre outras citações.

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Hoje eu fiquei pesquisando sobre a ciclovia, se a inauguração estava com a data certo mesmo e etc, afinal, sendo uma obra pública, acontece de atrasar…
Ao que me parece, não há um atraso e o Vá de Bike fez uma matéria muito legal sobre o evento que está por vir, no dia 28/06.

Por isso, inspire-se e nos encontramos lá! 🙂

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#essalutaénossa
#vaitercicloviasim
#sequisereutiro #sqn
#segurança
#bikeemsp
#existebikeemsp

Para descontrair…

Eu recebi esse vídeo no whatsapp  não resisti, por que é muito engraçado!

‘The zoera never ends’!

#vaitercicloviasim
#vaiterciclofaixasim
#sequisereutirosqn
#peraqueeudeixovocêpassar
#bikeévida

Dia de Bike ao Trabalho

Pessoal, hoje foi dia de ir de bike ao trabalho!

E logo eu, furei! hahaha (mas por que eu tenho um compromisso importante!)

Mas a ideia é genial e ajuda muitas pessoas a perceberem como é fácil andar de bicicleta pela cidade e como você ganha VIDA com isso.

A ideia é desse pessoal aqui:

http://debikeaotrabalho.org/sobre/

Lembre-se:

LED – A tecnologia que ajuda os bikers!

Bom dia!

Eu ando meio corrida e sem tempo para postar, o que é uma pena, por que eu tenho buscado muiiiito conteúdo, mas prometo que vou me organizar.

Faz um tempo que eu bato na tecla da segurança com a bicicleta, e o nosso maior problema é ser visto, não é?

O LED veio nos ajudar e muito com esse item, pois ele consome menos bateria e a sua luz é muito mais penetrante. Além disso, os chineses não param de inventar coisas bonitinhas para nos interessarmos ainda mais por essas coisas…

Desde que eu descobri esses de pneu, eu fiquei encantada! Mas confesso, tenho um pouco de receio de usar esses que chamam muita atenção, pois além de o carro te ver, o pessoal que quer uma bicicleta, mas não quer comprar, também vê, né?

Mas, olha que fofos *-*


Para quem quiser comprar, eu achei aqui.

Além de muitas corem em seu pneu (que na verdade é mais supérfulo, mas é lindo!), tem também os equipamentos de segurança diferentes, como esse, que marca o espaço à sua volta:

Tem também para o Capacete:

E por último, mas não menos importante, tem também a iluminação padrão da bicicleta, na frente e atrás:

E por que eu estou falando sobre isso e colocando link para compra?
Por que é muito caro comprar por aqui… Muito caro mesmo, então esperar 60 dias não é um problema! rs

Mas, o mais importante de tudo, é sermos VISTOS, por que para o carro é um arranhão na lataria, para nós, pode ser uma vida!

Boa pedalada!

Eu não quero ser uma bicicleta branca na cidade

Sim, é esse meu pensamento todos os dias.

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Meu grito está engasgado na garganta há muito tempo!

Minha reflexão vai para você, querido motorista, que acha legal dar uma ‘fina corretiva’ no ciclista que está ‘ocupando a sua faixa’.
Segundo o código brasileiro de trânsito, ela é nossa [minha e sua] e a calçada é SÓ DO PEDESTRE.

Tendo em vista a lógica já aplicada, gostaria de informar quais são os riscos da sua ‘fina corretiva’:
. Você deixa o ciclista nervoso, mais passível de erros
. Você pode perder o controle e atropelar o ciclista
. O ciclista pode perder o controle e você atropelá-lo
. O ciclista pode cair
. O ciclista por cair e outra pessoa o atropelar

Mas, além de todas essas variáveis, o principal ponto é que não muda nada para melhor essa atitude, ela muda para pior:
Você fica puto, o ciclista fica puto, a via continua sendo pública e você não tem educação.

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Reclamam que fazem ciclovias e ciclofaixas na cidade, mas não percebem que elas só existem POR QUE VOCÊ NÃO SABE RESPEITAR O CICLISTA.

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Por que você não pode desviar dele com uma distância segura?

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Eu vejo as pessoas andando com esse tipo de dispositivo (abaixo) e penso por que não é possível os motoristas terem essa linha imaginária?

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É realmente tão complicado entender que a bicicleta é o lado mais fraco na faixa de rodagem e sua obrigação como carro é proteger e não atacar?

Eu também sou motorista, eu também tenho carro, eu também me irrito com o trânsito, mas acredite, a  culpa é dos carros e não das bicicletas, ou você acha mesmo que é aquela magrelinha ali que está fazendo você ficar 1h30 no trânsito?

Repense antes de descontar suas frustrações!

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Por uma vida melhor! ❤