Casal sai de São Paulo de bicicleta e planeja chegar a Cuiabá em 45 dias

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A jornalista Claudia Hallage, 36 anos, e o historiador e fotógrafo Carlos Crow, 39 anos, começam na madrugada deste sábado (1º) uma viagem de bicicleta em que vão atravessar metade do país até chegar a Cuiabá. O casal paulistano planeja pedalar 2,5 mil km em 45 dias, desde São Paulo (SP) até o centro geodésico da América do Sul, nessa que será a primeira viagem da Expedição CicloAmérica. No caminho até a capital mato-grossense, eles planejam passar ainda pela Bolívia e pelo Pantanal.
No primeiro trecho da expedição, saindo da capital paulista, um grupo de ciclistas acompanha o casal até chegar ao município de Itu (SP). Claudia e Carlos então seguem viagem pelo interior de São Paulo até a divisa com Mato Grosso do Sul, no município de Três Lagoas (MS). De lá, eles atravessam o Estado rumo ao Oeste, até Corumbá, que fica na fronteira com a Bolívia.

Claudia e Carlos então entram no país vizinho, seguem até a cidade de Santa Cruz de La Sierra, e retornam para Mato Grosso do Sul. De Corumbá, a ideia do casal é pegar uma chalana até Porto Jofre, já em Mato Grosso, no município de Poconé. De lá, eles seguem pedalando pela rodovia Transpantaneira e pegam a BR-070 até Cuiabá. Depois, eles ainda vão pedalar pela MT-251 para conhecer a Chapada dos Guimarães.

“Certamente o trecho mais difícil será a Serra de Botucatu, no Estado de São Paulo, por ser serra e quase não ter acostamento, além de trechos com intervalo acima de 100 km entre cidades. Isso tem como consequência a falta de opções de alimentação, descanso e socorro, se for necessário”, observa Claudia.

Ideal ciclo ativista

A estimativa do casal é gastar, no máximo, R$ 2 mil com a viagem. Para isso, eles se inscreveram em sites como Couchsurfing e Warm Showers, que oferecem hospedagem gratuita em casas de voluntários – este último voltado para ciclistas. “Em último caso, também estamos levando barraca, fogareiro e toda a parafernália de camping”, diz Claudia. Apoios e patrocínios também são bem-vindos.

Carlos já fez algumas viagens curtas de bicicleta, enquanto Claudia nunca colocou sua “magrela” na estrada. A primeira viagem do casal a Cuiabá servirá também como experiência para uma volta de bicicleta por toda a América do Sul. Também está nos planos deles pedalar entre Minas Gerais e Alagoas, acompanhando o curso do Rio São Francisco.

“Essas viagens servirão também para plantar nossos ideais ciclo ativistas pelo uso da bike como transporte e objeto de transformação social. Por isso criamos uma logo em que o continente representa um braço de pedivela com o pedal na ponta, pensando na América do Sul como um pedivela que gira e muda sempre constantemente com novas ideias”, diz Carlos, que participa com Claudia de projetos e organizações não governamentais (ONGs) que estimulam o uso da bicicleta.

A viagem de Carlos e Claudia pode ser acompanhada pelo Instagram, Facebook e pelo blog.
O casal também pode ser contatado pelo e-mail expedicaocicloamerica@gmail.com .

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“Uma Mercedes não é mais dona de uma rua que uma bicicleta”

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O ex-prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa. / Colin Hughes/Flickr

Quando foi prefeito de Bogotá, entre os anos de 1998 e 2001, Enrique Peñalosa foi responsável pela implementação de 300 quilômetros de ciclovias pela cidade. Hoje a capital colombiana tem cerca de 392 quilômetros e tornou-se referência internacional em mobilidade, com diversos prêmios internacionais conquistados nos últimos anos. Conhecido por seu discurso a favor das bicicletas e à restrição ao uso de carros nos grandes centros, Penãlosa estará no Brasil no dia 09 de setembro para participar da Cúpula dos Prefeitos, no Rio de Janeiro.

Em entrevista ao EL PAÍS, concedida por telefone, o político da Aliança Verde falou sobre os incentivos ao uso das bicicletas – e suas críticas – em São Paulo, os problemas de mobilidade e trânsito na cidade e quais seriam as possíveis soluções.

Pergunta. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, tem sido muito criticado pela maneira como está implementando corredores de ônibus e ciclovias. Como fazer mudanças em uma cidade e, ao mesmo tempo, sobreviver às críticas?

Resposta. Creio que a mudança é sempre difícil. Ao menos as mudanças boas. A responsabilidade de um governante não é sair bem nas pesquisas, mas sim frente à história e ao futuro. Um governante responsável tem que tomar decisões impopulares que só são compreendidas muito mais tarde. O recurso mais valioso que uma cidade tem é o espaço entre os edifícios, ou seja, as ruas. E esse recurso não pertence mais a uma Mercedes do que a uma bicicleta. Não importa se é um menino de 10 anos ou um milionário de 50 anos em um carro de luxo. Então como distribuir o espaço das ruas entre pedestres, ciclistas, ônibus e automóveis? Quem decidiu que se deveria dar mais espaço aos estacionamentos dos carros do que às calçadas e às ciclovias?

P. Bom, um sistema capitalista funciona assim…

R. Não. Hoje, a diferença das cidades avançadas em termos de infraestrutura e transporte não é que tenham metrô ou vias, mas a qualidade das calçadas. Ter boas calçadas é um direito. Ao mesmo tempo em que ter vias em São Paulo que não tenham espaço para ônibus é algo antidemocrático. Mesmo se houver metrô em cima da terra, deveria haver linhas de ônibus ou VLT em cima.

P. Uma das críticas a Haddad é que a Prefeitura está implementando ciclovias em locais que são pouco utilizados por ciclistas.

R. O cidadão que usa bicicleta está ajudando a cidade para que ela tenha menos tráfego e menos poluição. Em Bogotá, 600.000 pessoas usam bicicletas todos os dias. Não temos o dilema do ovo e da galinha: Aqui, primeiro deve haver ciclovias protegidas para, depois, surgirem os ciclistas. Havia uma ciclovia em Bogotá que ninguém usava. Agora, há congestionamento. Implementar ciclovias é um experimento que vale a pena fazer e que no começo pode ser difícil, mas acho que São Paulo tem uma grande vantagem que é ter um clima muito amável, não faz frio como na Suécia e no verão não faz um calor de 50 graus. Então imagine uma cidade de São Paulo onde dois milhões de pessoas andem de bicicleta. Seria uma cidade alegre, sensual, segura, com menos crime. Creio que seja preciso criar espaço em todas as ruas para as bicicletas.

P. O senhor acha então que é uma questão de costume?

R. Quando eu era estudante em Paris, e isso já faz muito tempo, ninguém usava bicicleta. Hoje, a meta de Paris é que em cinco anos, 20% da população ande de bicicleta. Isso em Paris, que tem um sistema de transporte público muito bom.

P. Então uma solução seria restringir o uso do carro?

R. As novas obras urbanísticas de São Paulo propõem restringir o estacionamento nos edifícios [segundo as regras do novo Plano Diretor da cidade]. Mas é preciso limitar o estacionamento nos escritórios e não nas casas. As pessoas podem ter carros, embora eu ache que no futuro elas não vão querer tê-los, já que cada vez os carros são menos símbolo de status. Ter 10 carros é como ter 10 pianos: O problema não é ter, é usar. Então, a questão é restringir os estacionamentos nos lugares de destino, como os escritórios e centros comerciais. Não nas casas. É preciso restringir o uso e não a aquisição do carro. O transporte massivo tampouco resolve o problema do trânsito. Ele contribui com a mobilidade.

P. Então como reduzir, efetivamente, o engarrafamento?

R. A única maneira de reduzir o engarrafamento é restringindo o uso de carro, com os rodízios, por exemplo. Quando implementamos o rodízio em Bogotá, eram dois dias por semana de restrição. Agora são três.

P. E como é o trânsito em Bogotá agora?

R. Terrível.

P. Mas qual é a solução então?

R. Aqui é preciso ter mais VLT, mais metrôs e restringir ainda mais o uso dos carros. São duas coisas distintas: trânsito e mobilidade. Para resolver a mobilidade, é preciso investir nos meios de transporte coletivos, no metrô e no uso da bicicleta. Já o trânsito, só é possível ser resolvido com restrições ao uso do carro.

P. Dizer a um cidadão que ele não pode usar seu próprio carro não é uma medida radical?

R. É preciso tomar medidas radicais. Diversas medidas que os governantes têm que tomar incomoda muito uma minoria, que protesta muito. E os que se beneficiam, que são aqueles que usam ônibus e bicicletas, não agradecem. Então é muito difícil. Haddad tem que tomar decisões impopulares, pensando na maioria que não vai agradecê-lo.

Ciclista levanta carro no braço e o tira do meio da ciclovia

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Certo dia um carro estacionou no meio de uma ciclovia, na cidade de São Paulo. O ciclista que passeava tranquilamente por ali se deparou com o absurdo e, prontamente, desceu de sua bike para tirar o carro do lugar. Isso mesmo! O herói de nossa história levantou o Fiat Uno e retirou o automóvel da pista para ciclistas.

Depois do serviço finalizado, o rapaz montou novamente na bicicleta e continuou seu trajeto, sob os aplausos dos pedestres que passavam pelo local. No YouTube, o vídeo já tem mais de 800 mil visualizações. Confira abaixo como foi o momento:

Inauguração da Ciclovia na Paulista

Foto: Divulgação
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Domingo conseguimos uma grande vitória, um sonho de muitos, que perderam o equilíbrio, partes do corpo e a vida em uma das avenidas mais movimentadas da cidade de São Paulo.

Foto: Divulgação
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Infelizmente não pude comparecer pessoalmente no domingo, mas meu coração estava lá, forte e pulsante por essa conquista que é de todos nós! Todos aqueles que sentem falta de um espaço de convívio, de um lugar para dar um passeio, e também de um caminho para ir ao trabalho de forma saudável!

Foto: Divulgação
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As fotos mostram que não somos poucos, como tentam argumentar, somos muitos e ainda imagino que tantos, como eu, que não puderam estar na inauguração, mas ainda irão utilizar e muito a ciclovia.

Ela é benéfica pois além do trânsito, você tem mudanças também na quantidade de pessoas nos metrôs e ônibus, além da melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Para você, que por acaso tem empresa e está passando por aqui, veja como dar suporte para seus funcionários, para que eles utilizem meios de transporte alternativos.

Lembre-se que quem vai ao trabalho de bicicleta é mais feliz!

Por isso, não se esqueça, se até o prefeito vai de bike, você também pode!

Foto: Divulgação
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E claro, use a sua melhor roupa e comemore!

Foto: Divulgação
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Bora pedalar? 🙂 ❤

18 razões para apoiar a implantação de ciclovias

Eu vi esse material no Vá de Bike!

respeite, um carro a menos!
respeite, um carro a menos!

Na decisão de apoiar ou se opor à construção de ciclovias, deve-se pesar os pontos abaixo:
1. Construir ciclovias e reduzir limites de velocidade significa preservar vidas, pois a bicicleta é frágil frente ao tamanho e velocidade dos demais veículos nas ruas. Queremos uma cidade onde idosos e crianças possam ocupar as ruas sem medo.

2. Ciclovias promovem ocupação do espaço público, tornando-o espaço de convivência e não apenas de passagem. Espaços ociosos, pouco frequentados e abandonados pelo poder público e pelos cidadãos têm maior índice de criminalidade. Por isso, investir na bicicleta aumenta a segurança pública.

3. Ciclovias são boas para o comércio, pois ciclistas são clientes potenciais que passam em baixa velocidade e não exigem grandes áreas de estacionamento, podendo facilmente parar em frente a uma vitrine, entrar numa loja, conhecer um serviço. Comerciantes da região do Largo 13 de Maio, em Santo Amaro – que têm suas lojas dentro da área onde houve restrição da circulação de automóveis desde 2013 – tiveram aumento nas vendas com mais pessoas circulando a pé, em velocidade similar à de uma bicicleta a passeio. No entorno da Ciclofaixa de Lazer, onde 100 mil pessoas circulam a cada domingo, comerciantes mais conectados com as tendências de mercado souberam aproveitar o fluxo de clientes potenciais e estão lucrando com isso. Em Nova York, depois que a Times Square teve a circulação de carros restringida, registrou-se um aumento de 50% no valor dos imóveis e na receita do comércio.

4. Há demanda pelo uso da bicicleta em São Paulo. Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana, realizada pelo Metrô em 2012, registrou 333 mil viagens diárias em bicicleta durante os dias úteis, mesmo com a infraestrutura ainda reduzida, deficiente e desconectada. Vale ressaltar que esse número já representava, dois anos atrás, mais do que o dobro das viagens de táxi, contabilizadas em 158 mil/dia.

5. Grande parcela da população só adotará a bicicleta em seus deslocamentos a partir da proteção oferecida por áreas segregadas. Na pesquisa sobre Mobilidade Urbana realizada pela Rede Nossa São Paulo e Instituto Ibope, em 2012, entre as pessoas que afirmaram não utilizar nunca a bicicleta, 63% afirmaram que passariam a usar havendo melhores condições. Dentre essas pessoas, 27% traduziram essa falta de segurança expressamente em necessidade de ciclovias.

6. A mesma pesquisa apontou que uma em cada quatro pessoas entrevistadas usava a bicicleta “de vez em quando”. Entre os jovens de 16 a 24 anos, esse número saltava para 47%. A quantidade de pessoas que utilizava a bicicleta “todos os dias” ou “quase todos os dias” também é bem maior do que se imagina: 7%. Somados, os ciclistas habituais e eventuais representavam, em 2012, 32% da amostra, praticamente um terço da população entrevistada e o dobro da parcela de pessoas que usava frequente ou eventualmente a moto (16%).

7. O uso da bicicleta é benéfico à saúde dos cidadãos, pois o simples fato de usar a bicicleta como transporte os afasta do sedentarismo e de todos os problemas de saúde deles decorrentes. A atividade física regular previne doenças cardíacas e AVCs, hipertensão, ajuda a controlar o diabetes, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a incidência de doenças crônicas, faz bem para a saúde do idoso e aumenta a expectativa de vida.

8. O uso da bicicleta melhora a qualidade de vida de quem a utiliza, não só pelo ganho em saúde mas também pela diminuição do stress, melhorando os relacionamentos interpessoais e humanizando o trânsito e a cidade.

9. As ciclovias proporcionam uma retomada do uso das ruas pelas crianças, sendo uma opção de lazer que resgata uma faceta da infância há muito esquecida nas regiões mais urbanizadas da cidade. Já temos crianças utilizando as ciclovias junto a seus pais e, conforme sua aceitação, abrangência e conectividade aumentarem, esse fenômeno tende a crescer, com o potencial de permitir que pedalem sozinhas até a escola.

10. Quem opta pela bicicleta economiza tempo, sobretudo nos horários de pico, quando a velocidade média dos automóveis chega a meros 6,9 km/h em alguns casos – a mesma de alguém caminhando com pressa. Os Desafios Intermodais realizados desde 2006 na cidade comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nesses horários – em um deles, chegou antes até mesmo do helicóptero, que necessita aguardar autorização para decolagem e tráfego.

11. A bicicleta traz economia para o cidadão, pois os custos com compra, utilização e manutenção são muito menores que o do automóvel, representando redução de gastos até para quem a utiliza em substituição ao transporte público. Além de ser um fator importante para as camadas sociais mais baixas, o valor economizado pode ter destino em consumo, aquecendo comércio e serviços.

12. O uso da bicicleta é benéfico à cidade, por ser um meio de transporte não poluente. Conforme pesquisa do Instituto Saúde e Sustentabilidade, nos próximos 16 anos a poluição atmosférica matará 256 mil pessoas no Estado (quase 44 pessoas por dia) e a concentração de partículas poluentes no ar levará a internação de 1 milhão de pessoas e um gasto público estimado em mais de R$ 1,5 bilhão, com pelo menos 25% das mortes (59 mil) ocorrendo na capital. Construir ciclovias, portanto, preserva vidas também de forma indireta e diminui o gasto público com o sistema de saúde e o da população com medicamentos para tratar doenças causadas pela poluição.

13. A bicicleta é um veículo silencioso e sua adoção em maior escala trará uma diminuição da poluição sonora da cidade;

14. A construção de vias para bicicletas têm um custo muito menor que a de vias para veículos motorizados. Quanto mais cidadãos as adotarem, menor será o gasto com criação e manutenção do viário a longo prazo, economizando o dinheiro da cidade.

15. O incentivo e a garantia de uso seguro da bicicleta democratizam o deslocamento. Todos os cidadãos são importantes para uma cidade, não apenas os que se deslocam em automóveis e essa mensagem é passada claramente com a construção de ciclovias;

16. Ciclovias atuam no sentido de reduzir os congestionamentos e a lotação dos transportes públicos, ao passo que cada vez mais pessoas troquem suas opções de deslocamento pelas bicicletas, ainda que eventualmente;

17. O novo Plano Diretor Estratégico de São Paulo (PDE), que tem força de Lei Municipal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade no sistema viário para o transporte coletivo e modos não motorizados”. Isso significa que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. Portanto, a construção de ciclovias cumpre uma das diretrizes dessa Lei. O PDE também determina que a cidade deve “desestimular o uso do transporte individual motorizado”, “adaptar as condições da circulação de transportes motorizados a fim de garantir a segurança e incentivar o uso de modais não motorizados”, “garantir o deslocamento seguro e confortável de ciclistas em todas as vias” e “implantar redes cicloviárias”, entre outros apontamentos.

18. Da mesma maneira que o PDE, a Política Nacional de Mobilidade Urbana, que tem força de Lei Federal, tem como uma de suas diretrizes a “prioridade dos modos de transportes não motorizados sobre os motorizados”, determinando que o uso de bicicletas deve ter prioridade sobre o uso do automóvel. A construção de ciclovias cumpre, também, uma das diretrizes dessa Lei, que determina ainda a “dedicação de espaço exclusivo nas vias públicas para os serviços de transporte público coletivo e modos de transporte não motorizados”, entre outras citações.

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Hoje eu fiquei pesquisando sobre a ciclovia, se a inauguração estava com a data certo mesmo e etc, afinal, sendo uma obra pública, acontece de atrasar…
Ao que me parece, não há um atraso e o Vá de Bike fez uma matéria muito legal sobre o evento que está por vir, no dia 28/06.

Por isso, inspire-se e nos encontramos lá! 🙂

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